Meu nome é Roberto, tenho 32 anos, dois filhos e sou casado. Há cerca de 5 meses, decidi abrir uma loja de acessórios femininos e desde então, comecei a perceber que as mulheres de hoje são muito carentes – pelo fato de ouvir conversas femininas o dia todo.
Como eu tinha uma única funcionaria e era dia de folga dela, quem ficou em minha loja fui eu mesmo. Apareceu então uma moça muito linda, chamada Shirley, o tipo de mulher que pára o trânsito, branca, alta, com olhos azuis, cabelos compridos e loiros, seios fartos, um corpo atlético e deliciosamente natural. Com apenas 19 anos, tinha o tipo de corpo que chamava a atenção de qualquer mortal e um olhar muito sedutor.
Uma chuva torrencial caia e a moça toda molhada entrou a procura de um refúgio e perguntou-me se poderia ficar ali por um tempo, até que a chuva parasse. Fiquei sem palavras quando a vi, com um vestido justo e com um belo decote deixando a mostra seus deliciosos seios fartos e suas coxas atléticas. Como o vestido era branco e estava todo molhado, Shirley estava praticamente sem roupas em minha frente. Fiquei sem reação assim que a vi, fiquei completamente paralisado, pensando se aquela mulher realmente existia ou eu estava sonhando. Shirley puxava assunto comigo, mas eu não conseguia tirar os olhos de sua linda lingerie vermelha. A água chegava a escorrer pelo seu corpo e cada gota que eu observava deslizando por suas curvas, me deixava ainda mais excitado. Tentei disfarçar, mas acho que ela começou a perceber meu intenso interesse por ela e começou a me olhar com um certo desejo também. Aquela carinha de moça inocente, com aqueles lábios carnudos… ela passava a língua sobre eles e depois mordia-os olhando bem no fundo dos meus olhos. Tentei disfarçar ainda mais, fingia que não estava olhando, afinal eu sou um homem casado, mas estava difícil resistir àquela deliciosa menina mulher. Foi então que Shirley levantou de sua cadeira e veio caminhando em minha direção. Ela continuava me provocando, sentou-se ao meu lado e tocou em minha coxa sem dizer uma palavra, apenas com um olhar fixo em mim, continuou subindo as suas delicadas mãos até minha virilha. Ela fazia esse movimento com as mãos sobre toda minha coxa, até que pegou minha mão e colocou em sua coxa também. Eu não estava mais resistindo, fui entrando em seu jogo de sedução. Continuei acariciando suas coxas, fui subindo minha mão sobre sua virilha, até que ela me perguntou se eu gostava de piercings. Respondi que nunca fiquei com uma mulher que tinha um, ela perguntou se eu queria descobrir como seria ficar com uma mulher que tivesse…
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